Financiamento

Aprovamos seu crédito.

Entre em contato conosco.

 

Você sabia:

 

Existem hoje vários tipos de financiamentos imobiliários de acordo com as necessidades e espectativas do cliente, onde são fácies, ágeis e sem resíduo no final do plano que você escolher.

 

Caixa Econômica Federal dispõe de vários tipos de financiamentos para realizar o sonho da casa própria. É possível, antes mesmo de você escolher o imóvel, fazer um levantamento de crédito para saber exatamente qual o seu potencial de compra, ou seja , até quanto você pode financiar.

 

Muitas vezes , o valor que você paga de aluguel, pode ser maior que uma prestação da compra de uma casa. Você pode fazer um financiamento de um ano a trinta anos, de acordo com sua renda e ainda a hora que você desejar, pode reduzir ou quitar o financiamento.

 

Existe sempre um imóvel que cabe no seu orçamento e foi realmente provado que "o imóvel sempre foi e sempre será o seu maior e melhor investimento". Mesmo que você já possua um imóvel, é possível comprar outro financiado. Você profissional liberal que paga aluguel há mais de 02 anos, terá facilidade para pegar um financiamento. Pois com os extratos bancários, contas mensais, aluguéis, é possível a comprovação de renda. Você pode preencher uma ficha cadastral e ver qual o seu potencial de financiamento. É possível com "subsídio" você diminuir as prestações ou o nº de anos do financiamento.

 

Documentos necessários - Originais e Cópia

Para dar entrada no financiamento

 

Do proponente e conjugue (quando casado):

Identidade;

CPF;

Prova de estado civil ou União Estável;

Comprovante de Rendimentos - 3 (três) últimos;

Comprovante de residência;

Comprovante de imposto de renda;

 

Se utilizar FGTS:

Carteira Profissional -xerox das páginas:

identificação -frente e verso,contrato e trabalho;

e opção pelo FGTS,PIS;

Declaração negativa de propriedade;e destinação do imóvel;

Comprovação de localização de ocupação;

Principal: Por meio dos Comprovantes;

de rendimentos ou anotação pelo;

empregador na CTPS ou declaração de empregador;

Comprovação de residência há pelo menos 1(um) ano;

contrato de aluguel,ou contas de água,

luz telefone,etc,ou declaração do empregador,

ou declaração de instituição bancária,ou DIPF.


 
Do vendedor:

Número da conta do vendedor na CAIXA;

 

Pessoa Física (casal se for o caso)

Carteira de Identidade (originais e cópias);

CPF (originais e copias);

Comprovante de estado civil (originais e cópias);

Comprovante de residência.

 

Tipos de taxa de juros nos financiamentos

 
São dois os tipos de juros utilizados pelos bancos e a diferença entre eles esta na forma de composição destes juros. São eles
Nominal Juros pré-fixado: ao escolher este tipo de juro para o contrato de financiamento o mutuário saberá antecipadamente de quanto será cada parcela que irá pagar ao longo do contrato. Os juros pré fixados são estáveis, não variam e já compõe todos os custos, riscos e remuneração do banco credor. Costumam ser mais altos. Não acompanha nenhuma correção separada como no pós fixado pois já esta tudo embutido no eprcentual oferecido pelo banco.
Desvantagem: é um juro maior justamente por não haver correção monetária do contrato e assim todo e qualquer custo e risco já foi calculado no percentual do juro.
Vantagem: você sabe o valor de todas as suas parcelas, pois não utiliza nenhum índice de correção divulgado posteriormente. A variação ocorre nos reajustes na data do aniversário dos itens que compõem a parcela do financiamento como o seguro obrigatório.
 
Nominal Juros pós-fixados: ao escolher este juro para o contrato o mutuário terá um taxa menor porque os juros pós - fixados são compostos apenas pelos juros que remuneram o banco credor. Esta taxa também é pré fixada porém corrigida  mensalmente; Nesta taxa de juros não esta embutida inflação, custos ou ganho do banco bem como o percentual de risco do negócio. Assim nesta modalidade de juros o mutuário irá arcar com a correção por um índice de inflação que é a TR (taxa referencial). É ela que repõe a inflação do período. È calculada com base na taxa SELIC, quanto maior a SELIC maior a TR.
Desvantagem: você não pode prever antecipadamente quanto será a TR e assim não pode calcular com antecedência o valor das parcelas. Sendo um índice de inflação depende do andamento da economia para que seja próximo de zero ou em um valor mais elevado. Os contratos atuais podem estar sentindo o peso da TR face a volta de um período de inflação maior.
Vantagem: o percentual dos juros cobrados é com uma taxa fixa menor que o do pré-fixado.
 
Taxa nominal e efetiva
A taxa nominal nada mais é do que os juros simples, ou seja, o juro aplicado sobre o valor da parcela, mas não incorporado a ela. Exemplo: parcela de 1.000,00 + juros de 0.68 = R$ 1. 000,68 – 1ª parcela
1.000,00 + juros  de 0.68 = R$ 1.000,68 – 2ª parcela e assim por diante.
 
A taxa efetiva implica em os juros aplicados se incorporarem ao valor da parcela. Fazem parte dos imóveis financiados direto com o construtor onde incide o INCC(índice nacional da construção civil). Exemplo:
1.000,00 + juros de 0.68 = R$ 1.000,68 – 1ª parcela
1.000,68 + juros de 0.68 = R$ 1.001,36 – 2ª parcela e assim por diante.